Eu não entrego números — eu mostro o que está por trás deles.
Enquanto alguns estão esperando dinheiro, outros querem crescer.
Eu mostro o que está invisível para os dois.
Minha atividade técnica é captação de recursos e renegociação de dívidas.
Mas meu verdadeiro trabalho é mostrar para o empresário aquilo que os números ainda não revelaram com clareza — mas que já começou a impactar silenciosamente o resultado da empresa.
Em muitas empresas, isso significa antecipar um colapso.
Em outras, significa destravar uma expansão que está sendo freada por medo, desorganização ou excesso de controle.
O que muda é o estágio da empresa. O que não muda é a minha entrega:
presença, comprometimento e coragem para mostrar o que precisa ser visto.
Um avião não decola com excesso de peso.
E muitas empresas — mesmo as que já estão voando — ainda carregam dívidas mal estruturadas, decisões adiadas ou números mal interpretados.
Eu não opero milagres.
O que eu entrego é presença, comprometimento e coragem para soltar o que precisa ser deixado para trás.
A partir daí, o voo muda.
Esse é o início da virada — com menos peso e mais direção.