Resultados & Entregas
Sem mágica. Sem promessa vazia. Com presença e verdade.
Antes de prometer números
O empresário já ouviu de tudo. Promessas encantadoras, softwares caríssimos e o mito do relatório perfeito. Ferramenta é meio — sem governança, clareza de caixa e decisão madura, vira só planilha cara.
O que não entrego
- Promessas de “X% em Y dias”.
- Software ou soluções enlatadas.
- “Morfina financeira” para adiar problema.
O que entrego na prática
- Conversa direta com o dono: alinhamento real, sem floreio.
- Caixa à vista: calendário financeiro organizado em dias.
- Foco certeiro: 3 alavancas por vez, as que realmente movem o ponteiro.
- Renegociação com bancos: prazos, taxas e garantias ajustados.
- Indicadores certos: 5 a 7 métricas que sustentam decisão.
- Ritual de decisão: do improviso para a consistência.
Três histórias reais (nomes omitidos)
1) Caixa alto, coragem baixa
Empresa com dinheiro parado por medo de investir. O trauma de crédito travava o dono. Trabalhei clareza de riscos e estratégia de uso do caixa. Resultado: expansão segura, juros controlados, crescimento com serenidade.
2) Faturamento bom, caos no fluxo
Impostos atrasados, bancos pressionando, fornecedores no limite. Em semanas, calendário de caixa organizado, renegociações e respiro imediato. Resultado: empresário voltou a enxergar o negócio e decidir sem apagar incêndio.
3) ERP implantado, dor mantida
Relatórios lindos, decisões ruins. Ajustamos governança: quem decide, quando e com base em quais números. Resultado: o ERP deixou de ser promessa frustrada e virou ferramenta útil.
O comparativo justo
Um profissional da área em regime CLT custa, na prática, 4 a 5 vezes mais quando somados encargos e impostos. E muitas vezes entrega apenas o operacional.
O meu trabalho dá acesso ao nível estratégico sem a folha pesada — clareza de caixa, coragem de decisão e resultado sustentado.
Como avaliar resultado (sem ilusão)
- 30–60 dias: caixa organizado, ruídos baixam.
- 90–180 dias: custo financeiro cede, relação com bancos melhora.
- 12 meses: cultura de decisão consolidada; resultado deixa de ser pico e vira padrão.
Não é custo; é investimento em clareza. O número aparece quando a decisão muda.